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Telefônica Brasil

156 fundos de hedge e grandes instituições têm US$ 2,38 bi investidos em Telefônica Brasil no 2º trimestre de 2016, segundo seus registros regulatórios mais recentes, com 23 fundos abrindo novas posições, 47 aumentando suas posições, 52 reduzindo suas posições e 23 encerrando suas posições.

Nova
Aumentada
Mantida
Reduzida
Encerrada

31% mais entradas de capital do que saídas de capital

Entradas de capital: US$ 278 mi | Saídas de capital: US$ 212 mi

0,1% mais participação acionária

Participação dos fundos: 10,32% → 10,43% (+0,1%)

0% mais posições abertas pela primeira vez do que posições encerradas

Novas posições abertas: 23 | Posições existentes encerradas: 23

9% menos opções de compra do que de venda

Opções de compra por fundos: US$ 415 mil | Opções de venda dos fundos: US$ 454 mil

10% menos investimentos repetidos do que reduções

Posições existentes aumentaram: 47 | Posições existentes reduzidas: 52

2% menos fundos com posição

Fundos que detêm: 159 → 156 (-3)

25% menos fundos com posições entre as 10 principais

Fundos entre os 10 maiores detentores: 4 → 3 (-1)

Detentores
156
Variação no número de investidores
-3
Variação de detentores (%)
-1,89%
% de todos os fundos
4,15%
Posição entre as 10 maiores participações
3
Mudança nas 10 principais posições
-1
Variação % da posição no Top 10
-25%
% de todos os fundos
0,08%
Nova
23
Aumentada
47
Reduzida
52
Encerrada
23
Opções de compra
US$ 415 mil
Opções de venda
US$ 454 mil
Calls líquidos
-US$ 39 mil
Variação líquida de calls
+US$ 109 mil

Atividade de fundos hedge em VIV: resumo de T2 2016

156 dos 3.756 investidores institucionais acompanhados pelo Wall St. Rank informaram ter uma posição em Telefônica Brasil (VIV) no T2 2016, no valor total de US$ 2,38 bi — um aumento de 10% em relação ao trimestre anterior, quando o valor era US$ 2,16 bi.

O posicionamento dos fundos em VIV foi equilibrado em T2 2016: 23 fundos abriram novas posições, 23 encerraram posições, 47 aumentaram posições existentes e 52 reduziram posições.

O maior comprador foi Schroder Investment Management Group, adicionando um valor estimado de US$ 53,3 mi. O maior vendedor foi Thornburg Investment Management, reduzindo sua posição em um valor estimado de US$ 93,1 mi.

  • Ao final de T2 2016, 156 investidores institucionais detinham Telefônica Brasil (VIV), ante 159 em T1 2016.
  • Os fundos reportaram US$ 2,38 bi em ações de Telefônica Brasil no T2 2016, alta de 10% em relação ao trimestre anterior.
  • 23 fundos abriram novas posições em Telefônica Brasil no T2 2016, e 23 encerraram suas posições, uma variação líquida de 0 fundos com posição.
  • O maior comprador de Telefônica Brasil em T2 2016 foi Schroder Investment Management Group, com compras estimadas em US$ 53,3 mi.
  • O maior vendedor de Telefônica Brasil em T2 2016 foi Thornburg Investment Management, com uma venda estimada de US$ 93,1 mi.

Com base nos Formulários 13F registros agregados de T2 2016.