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Telefônica Brasil

173 fundos de hedge e grandes instituições têm US$ 1,55 bi investidos em Telefônica Brasil no 2º trimestre de 2015, segundo seus registros regulatórios mais recentes, com 27 fundos abrindo novas posições, 69 aumentando suas posições, 50 reduzindo suas posições e 24 encerrando suas posições.

Nova
Aumentada
Mantida
Reduzida
Encerrada

100% mais fundos com a ação entre as 10 maiores posições

Fundos entre os 10 maiores detentores: 1 → 2 (+1)

38% mais investimentos repetidos do que reduções

Posições existentes aumentaram: 69 | Posições existentes reduzidas: 50

33% mais opções de compra do que de venda

Opções de compra por fundos: US$ 1,24 mi | Opções de venda dos fundos: US$ 934 mil

13% mais posições abertas pela primeira vez do que posições encerradas

Novas posições abertas: 27 | Posições existentes encerradas: 24

11% mais entradas de capital do que saídas de capital

Entradas de capital: US$ 542 mi | Saídas de capital: US$ 489 mi

0,15% mais participação acionária

Participação dos fundos: 6,46% → 6,61% (+0,15%)

1% menos fundos com posição

Fundos que detêm: 174 → 173 (-1)

Detentores
173
Variação no número de investidores
-1
Variação de detentores (%)
-0,57%
% de todos os fundos
4,64%
Posição entre as 10 maiores participações
2
Mudança nas 10 principais posições
+1
Variação % da posição no Top 10
+100%
% de todos os fundos
0,05%
Nova
27
Aumentada
69
Reduzida
50
Encerrada
24
Opções de compra
US$ 1,24 mi
Opções de venda
US$ 934 mil
Calls líquidos
+US$ 311 mil
Variação líquida de calls
-US$ 308 mil

Atividade de fundos hedge em VIV: resumo de T2 2015

173 dos 3.730 investidores institucionais acompanhados pelo Wall St. Rank declararam uma posição em Telefônica Brasil (VIV) referente a T2 2015, com valor total de US$ 1,55 bi — uma queda de 6,9% em relação ao trimestre anterior, quando o valor era US$ 1,66 bi.

Os compradores superaram os vendedores: 27 fundos abriram novas posições em VIV e 24 encerraram suas posições — um saldo líquido de 3 fundos com posição — enquanto 69 aumentaram suas participações existentes e 50 as reduziram.

O maior comprador foi Third Point, que abriu uma nova posição avaliada em aproximadamente US$ 112 mi. O maior vendedor foi OppenheimerFunds, que encerrou totalmente sua posição, vendendo um valor estimado de US$ 392 mi.

  • Ao final de T2 2015, 173 investidores institucionais detinham Telefônica Brasil (VIV), ante 174 em T1 2015.
  • Os fundos declararam deter US$ 1,55 bi em ações de Telefônica Brasil no T2 2015, uma queda de 6,9% em relação ao trimestre anterior.
  • 27 fundos abriram novas posições em Telefônica Brasil no T2 2015, e 24 encerraram suas posições, uma variação líquida de +3 fundos com posição.
  • O maior comprador de Telefônica Brasil em T2 2015 foi Third Point, com compras estimadas em US$ 112 mi.
  • O maior vendedor de Telefônica Brasil em T2 2015 foi OppenheimerFunds, com uma venda estimada de US$ 392 mi.

Com base nos Formulários 13F registros agregados de T2 2015.